É preciso se desprender do que te aprisiona - Do papel para o mundo

16 de fevereiro de 2018

É preciso se desprender do que te aprisiona

Eu digo que hoje vai ser diferente, colocarei meu melhor sorriso no rosto para desfrutar a vida por aí, mas no fim do dia, lá estou eu cometendo os mesmos velhos erros. Será que eu nunca aprendo? Porque tombos coleciono, cicatrizes permiti algumas, porém, de tudo nada levo além do meu sofrer.

Não deveria ser assim, e disso eu sei. É preciso deixar para trás o que te faz mal, o que te aprisiona, pois isso não leva ninguém adiante, pelo contrário, com o tempo só piora. A autodestruição é um vício. Pena eu saber de cada frase dita e depois ir me deitar, para amanhã, quando acordar, errar um pouco mais. Acho que me afundei no mundo utópico que criei, finquei raízes e sentimentos.

Sabe quando tudo vai mal, e aparece, lá no fim do dia, algo bom que nos faz acreditar? Pois bem, eis o motivo de nosso ciclo sem fim. Nós temos a péssima mania de crer que algo irá nos salvar, que depois da tempestade vem o arco-íris. Mas a verdade é que o arco-íris não chega se você não for atrás. Então é preciso ser forte mesmo na dor para seguir em frente, em busca da felicidade. 

Não, talvez não seja fácil, e é bem capaz de você se deparar, no meio do caminho, com algumas lágrimas. Mas só quero que saiba que essa é a melhor decisão a ser tomada. É um ato sábio de coragem. Afinal, não é todo dia que somos verdadeiros com nós mesmos. E uma hora eu sei, vou aprender essa lição, que é se ver livre de tudo o que nos aprisiona. 

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